Canal de moda Canal de comércio Canal da indústria Canal de economia Canal do couro Canal de fotos Canal de vídeos Canal de blogs Exclusivo no Facebook Siga-nos no Twitter Cadastre-se em nossa newsletter Notícias do evento Fotos do evento Programação do evento Eventos
Voltar para a página inicial

 Buscar no Exclusivo
todo o site notícias fotos vídeos
Lançamentos Indústria - Ed.35
Leia agora | Assine | Informações
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
Publicação em destaque
../ Notícias / Indústria
Aumentar o tamanho da fonte Diminuir o tamanho da fonte Indique este link Imprimir conteúdo RSS do Exclusivo Twitter do Exclusivo Assine nossas publicações Assine nossa newsletter
Indústria

Calçadistas avaliam momento exportador

Publicada em 7/7/2010 - Lia Nara Bau, de São Paulo/Exclusivo On Line      

Inezio Machado
Calçadistas avaliam momento exportador
Calçadistas comemoram números do primeiro semestre e projetam bons negócios para o período

O mês de abril confirmou a retomada, de forma vigorosa, das exportações brasileiras de couros e calçados. No quarto mês do ano, os fabricantes de sapatos também registraram incremento em seus negócios internacionais, ainda que mais tímidos dos que os obtidos pelos curtumes. Somente em abril, as exportações do segmento atingiram o valor de US$ 98 milhões, um incremento da ordem de 17% se comparado ao registrado no mesmo período de 2009, quando as vendas externas atingiram o montante de US$ 84 milhões. No acumulado do quadrimestre, a alta é de 11%. Nos primeiros quatro meses de 2009 as exportações de calçados ficaram em US$ 469 milhões. Já em 2010, o valor chegou a US$ 521 milhões.

É este clima de retomada que toma conta da maioria dos exportadores presentes na 42ª Francal, feira de calçados e acessórios que acontece em São Paulo até quinta-feira (8 de julho). O gerente de exportação da Stépahnie Classic, marca da empresa Q-Sonho (Três Coroas/RS), Fábio Spohr, explica que, de 2008 para 2009, as exportações da empresa diminuíram 30% em volume. Este ano, a recuperação já representa 10%. "Neste primeiro semestre melhorou bastante para nós, que tivemos dificuldades, no ano passado, em mercados como Europa e Estados Unidos, onde ocorreu o auge da crise", explica. O continente europeu é o destino de 90% das exportações da empresa.

Como o mercado já se mostra otimista, Spohr espera um incremento ainda maior para o segundo semestre de 2010, embora ainda longe dos valores obtidos em 2007 e 2008, época anterior à recessão. Um dos motivadores do gerente é a participação em feiras internacionais pois, segundo ele, os compradores se mostram interessados e as vendas tendem a aumentar. "Esse é o nosso momento, pois muitos fabricantes se voltaram para o mercado interno, com a crise, e agora a nossa situação está mais confortável perante os exportadores, não precisamos 'dar' o nosso produto", salienta.

CAUTELA - Com uma visão mais ponderada do momento atual das vendas externas, o diretor comercial da Kildare (Novo Hamburgo/RS), Fernando Alano, afirma que o mercado não está muito diferente de 2009. Ele salienta que na Europa a crise permanece e na América Latina não houve melhoras. "Na Argentina, que é um 'player' especial, teve inclusive queda nos negócios", frisa. Aliado ao câmbio, que não teve modificações significativas, o executivi acredita que o cenário não se modificou. "Porém, com o bom momento que vive o Brasil, é natural que todos voltem o seus olhos para cá. Não é que não estamos otimistas, estamos apenas realistas", sublinha.

Segundo Alano, o período de vacas magras ainda está longe de acabar, no entanto ele acredita que os bons ventos irão soprar novamente. A única modificação feita pela marca foi, segundo ele, que agora todos os produtos têm, na sola, a numeração brasileira, a europeia e a do Mercosul. "Foi uma customização que fizemos para atender a qualquer comprador", diz.

INVESTIMENTO - O gerente de exportação da Calçados Aniger (Campo Bom/RS), que comercializa as marcas Okean e Petite Jolie, Rômulo Vidal, afirma, contudo, que sente uma retomada muito forte das exportações neste primeiro semestre. Com a marca Okean exportando há três temporadas e a Petit Jolie desde janeiro, ele ressalta que a empresa está investindo muito em estrutura para exportar mais. "As vendas da Petite Jolie são de um volume que ajuda a manter o quadro funcional da empresa em momentos em que o mercado interno não supre mais a demanda", aponta.

Atualmente, as vendas para o mercado externo representam 10% da produção das marcas, e a pretensão é triplicar este volume até o primeiro semestre de 2011. "Tivemos que adequar os preços, pois o câmbio oscilou muito", afirma Vidal. Ele salienta, contudo, que o mercado está importando e que estão com preços competitivos. O gerente aponta que, no primeiro dia da Francal, já realizou muitos contatos com importadores. "Recebemos visitante até do Líbano, o que mostra que novos mercados estão surgindo", conclui.


Voltar para o topo da página


Canais

Moda
Comércio
Indústria
Economia
Couro
Vídeos
Blogs

Fotos

Galerias

Serviços

Agenda de Eventos
Links do Setor

Jornal

Jornal Exclusivo

Suplementos

Mais Couro
Mais Moda
Kids
Para Vendedores
Especiais
Polos

Revistas

Lançamentos
Lançamentos Indústria

Ferramentas

Barra de Ferramentas
Exclusivo na sua Home
Adicione aos Favoritos
Assine nossa Newsletter
RSS
WAP
Widget

Outros sites

Anuário Brasileiro do Calçado
Moda e Conceito
Facebook
Twitter

Quem Somos

Grupo Sinos
Exclusivo
Lançamentos
Lançamentos Indústria
Exclusivo On Line
Moda e Conceito

Contato

Fale Conosco
Assine Agora
Anuncie Aqui
Clique aqui para voltar ao topo













Grupo Sinos

2011 Grupo Sinos
Todos os direitos reservados