Canal de moda Canal de comércio Canal da indústria Canal de economia Canal do couro Canal de fotos Canal de vídeos Canal de blogs Exclusivo no Facebook Siga-nos no Twitter Cadastre-se em nossa newsletter Notícias do evento Fotos do evento Programação do evento Eventos
Voltar para a página inicial

 Buscar no Exclusivo
todo o site notícias fotos vídeos
Lançamentos - Ed.216
Leia agora | Assine | Informações
Quinta, 17 de Maio de 2012
Publicação em destaque
../ Notícias / Comércio
Aumentar o tamanho da fonte Diminuir o tamanho da fonte Indique este link Imprimir conteúdo RSS do Exclusivo Twitter do Exclusivo Assine nossas publicações Assine nossa newsletter
Comércio

A hora da cobrança

Publicada em 29/4/2009 - Lia Nara Bau e Roberta Accioly Gerhard/Jornal Exclusivo      

A hora da cobrança
Maior inadimplência ocorre nos três primeiros meses do ano

Um dos problemas que mais atinge os setores de comércio e de serviços - e que muitas vezes pode, inclusive, acabar com o sonho da “empresa própria’’ - é a inadimplência. Dados divulgados pela Serasa Experian na última semana, apontaram que a inadimplência dos consumidores, em nível nacional, cresceu 22,6%, em março com relação a fevereiro, e 16,6% se comparado com o mesmo período do ano passado.

Leia também: 'Inadimplência deve ser tratada com cuidado'

Liderando o ranking das dívidas estão as pendências com bancos e cartões de crédito. Cheques sem fundo estão em terceiro lugar, com 17,6% do total, e títulos protestados representam 1,9%. Para os proprietários das micro e pequenas empresas, o endividamente dos consumidores acaba interferindo diretamente nos resultados do caixa, como mostrou a última pesquisa 'Indicadores Sebrae/SP', onde o faturamento real das MPE’s apresentou queda de 14,4% em fevereiro de 2009, comparado a 2008.

De acordo com a consultora do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SP), Sandra Regina Fiorentini, nem sempre a má fé dos consumidores é a causadora do problema. Fatores como dificuldades financeiras pessoais, desemprego, doenças e compras para terceiros podem ser os motivos. “Vale lembrar que a ocorrência da maioria destes fatores é mais comum em tempos de crise’’, afirma. Segundo ela, o período de maior alta da inadimplência no comércio são os três primeiros meses do ano, em decorrência das vendas efetuadas em dezembro. “O empresário, ciente do aumento destes casos no período após as vendas natalinas, deverá ser mais rigoroso na concessão de financiamentos, parcelamentos e aceitação de cheques’’, completa.

Mas o empresário, mesmo utilizando-se de práticas preventivas para reduzir a inadimplência, ainda poderá ter problemas com consumidores inadimplentes. A partir daí entra em jogo a tentativa de recuperação de créditos. Essa ação pode ser dividida em duas etapas: a cobrança instantânea, que deve ser iniciada com 3 ou 10 dias de atraso no pagamento, e a cobrança tradicional prévia, aquela iniciada habitualmente após 30 dias de atraso no pagamento, respeitando as normas contidas no Código de Defesa do Consumidor.

Procedimento correto garante sucesso

De acordo Sandra, o primeiro passo a ser dado pelo lojista é o envio prévio de uma carta de cobrança com aviso de recebimento, informando que o cliente está em débito, dando a ele um prazo de 5 dias em média para que regularize a sua situação. “Supondo que existam na empresa dez cheques sem fundos, com essa primeira etapa geralmente é possível recuperar três, ou seja, 30% do débito’’, diz.

O segundo passo, caso a carta de cobrança seja ignorada pelo devedor, é notificá-lo - com aviso de recebimento ou pelo Cartório de Registro de Títulos e Documentos - que seu nome será protestado e incluído no SPC ou Serasa. Depois de feito isso, emite-se o título ao Cartório de Protestos. “Se ainda restar algum consumidor inadimplente após a cobrança prévia, o empresário poderá ainda proceder cobrança judicial’’, comenta.

Segundo ela, quando os valores a serem pagos ultrapassarem R$ 1mil a empresa poderá propor ação junto ao Juizado Especial Cível, sem a necessidade de contratar um advogado. Porém, quando os títulos tiverem valores abaixo, deverão ser encaminhados ao Cartório de Protestos, após os procedimentos de cobrança tradicional prévia. “Neste caso, o lojista deverá aguardar o momento em que o inadimplente irá procurá-lo para limpar o seu nome, que demora em média um ano para acontecer’’, completa.

O lojista que não estiver disposto a correr nenhum risco, e não quiser ter qualquer tipo de trabalho referente à recuperação de seus créditos, também poderá optar por não conceder diretamente crédito ao consumidor, utilizando os serviços de uma financeira, ou ainda terceirizar a sua administração de crédito por meio de empresas de prestação de serviços de cobranças especializadas.


Voltar para o topo da página


Canais

Moda
Comércio
Indústria
Economia
Couro
Vídeos
Blogs

Fotos

Galerias

Serviços

Agenda de Eventos
Links do Setor

Jornal

Jornal Exclusivo

Suplementos

Mais Couro
Mais Moda
Kids
Para Vendedores
Especiais
Polos

Revistas

Lançamentos
Lançamentos Preview

Ferramentas

Barra de Ferramentas
Exclusivo na sua Home
Adicione aos Favoritos
Assine nossa Newsletter
RSS
WAP
Widget

Outros sites

Anuário Brasileiro do Calçado
Moda e Conceito
Facebook
Twitter

Quem Somos

Grupo Sinos
Exclusivo
Lançamentos
Lançamentos Preview
Exclusivo On Line
Moda e Conceito

Contato

Fale Conosco
Assine Agora
Anuncie Aqui
Clique aqui para voltar ao topo













Grupo Sinos

2011 Grupo Sinos
Todos os direitos reservados